Saúde

ATENÇÃO! FEVEREIRO ROXO/ FEVEREIRO LARANJA

 

O mês de fevereiro é dedicado à conscientização do lúpus, da fibromialgia, do mal de Alzheimer e da leucemia, condições crônicas que não tem cura em curto prazo ou se agravam lentamente e necessitam de acompanhamento médico contínuo. No entanto, é possível conviver com uma doença crônica, entenda:

Lúpus
O lúpus é uma doença autoimune, na qual a produção de anticorpos em excesso atinge articulações, rins, pulmões e a pele, e pode causar dores frequentes, queda de cabelo, feridas, sensibilidade ao sol, principalmente no rosto e no colo, e convulsões em casos mais graves. A condição requer cuidados diários, como a proteção solar, dietas mais restritivas e o uso de medicamentos imunossupressores.

Fibromialgia
A fibromialgia é uma condição que suscita em fadiga forte e dores crônicas pelo corpo, principalmente nos músculos. As causas podem ser várias: alterações do sistema nervoso ou das fibras nervosas, estresse pós-traumático ou distúrbios psíquicos. Entretanto, o que exatamente desencadeia a condição ainda não é conhecido pela ciência, o que dificulta bastante o tratamento. Sendo assim, algumas das formas para controlar as dores e evitar futuros desconfortos é o uso de medicamentos, a prática regular de exercícios, fisioterapia e psicoterapia.

Alzheimer
A perda da memória e das funções cognitivas são os principais fatores do Alzheimer, uma doença neurodegenerativa associada ao envelhecimento. A causa também é desconhecida, mas a doença atinge geralmente a população idosa. Além disso, existe um fator genético para o seu desenvolvimento. No entanto, não existe cura, apenas cuidados paliativos e uso de medicamentos que reduzem os efeitos dos sintomas, especialmente nos estágios iniciais da doença.

Leucemia crônica
O câncer é essencialmente uma doença crônica. Entretanto, existem dois tipos de leucemia, a crônica e a aguda. Ambas afetam a medula óssea e, consequentemente, a produção das células sanguíneas. A primeira possui um desenvolvimento mais lento e tende a acometer mais adultos do que crianças, ao contrário das formas mieloide e linfoide agudas.

Na forma mieloide crônica, a produção de leucócitos é aumentada, o que impacta diretamente na produção de células normais do sangue. Já na forma linfocítica, linfócitos subdesenvolvidos são produzidos em grande quantidade. Os sintomas variam muito e podem se confundir com os de outras doenças, por isso é importante visitar seu médico e estar com os exames em dia.

Pastos Bons no Caminho Certo!
Adm Iriane Gonçalo

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